Experimentos gabi carrera

bAbEL no pApEL

Gabi Carrera - © Todos os direitos reservados 

 

bAbEL no pApEL, de Gabi Carrera, traz o tema dos limites da linguagem, recorrendo às estratégias de justaposição e sobreposição entre imagens da torre, como elemento mítico, e a palavra registrada sobre o papel, procedimento que, se preserva o sentido, também o imobiliza:
“A imagem em bAbEL no pApEL é alçada à linguagem universal, por ter supremacia sobre a palavra. Afinal, a imagem transmite mensagens mesmo quando não há nenhum termo familiar no repertório daquela cultura. Ao colocar em evidencia a retícula da foto de registros da Torre Eiffel, do Big Ben e de outros ícones, Gabi faz uma crítica à transmissão de informação. Ela esclarece que a experiência confortável de reconhecer a foto entra em conflito com o incomodo das letras incompreensíveis. Essas letras não servem de legendas, não contextualizam, não explicam nada. - O texto me interessa aqui como falta de comunicação – esclarece.” (Alice Sant’Anna, Segundo Caderno, O Globo 16/11/2012)

bAbEL no pApEL já esteve exposta individualmente no Sobrado Boemia em 2012 e na mostra OFF do Festival Paraty em Foco, em 2010, sob curadoria de Claudia Buzetti. Já expôs outros trabalhos em coletivas como “Equivalentes a Bergson” (Ateliê da Imagem, 2011-2012), “Projeto Portfolio”(ArtSalon e Espaço Figura, 2010) e “Estamos Juntos Misturados” (Parque Lage, 2008).

Gabi Carrera é fotógrafa free-lancer desde 2005. Em 2008 passou a dividir ateliê com Cesar Barreto. Já trabalhou com artistas como Rosangela Rennó, Otavio Schipper, Waltercio Caldas, Vik Muniz e Tunga, de quem agora faz a documentação do processo criativo.
Gabi Carrera é fotógrafa free-lancer desde 2005. Em 2008 passou a dividir ateliê com 
Cesar Barreto. Já trabalhou com artistas como Rosangela Rennó, Otavio Schipper, 
Waltercio Caldas, Vik Muniz e Tunga, de quem agora faz a documentação do processo 
criativo no ateliê. 
bAbEL no pApEL já esteve exposta individualmente no Sobrado Boemia em 2012 e na mostra 
OFF do Festival Paraty em Foco, em 2010, sob curadoria de Claudia Buzetti.
Já expôs outros trabalhos em coletivas como “Equivalentes a Bergson” (Ateliê da Imagem, 
2011-2012), “Projeto Portfolio”(ArtSalon e Espaço Figura, 2010) e “Estamos Juntos 
Misturados” (Parque Lage, 2008).
“A imagem em bAbEL no pApEL é alçada à linguagem universal, por ter supremacia sobre a 
palavra. Afinal, a imagem transmite mensagens mesmo quando não há nenhum termo familiar 
no repertório daquela cultura. Ao colocar em evidencia a retícula da foto de registros 
da Torre Eiffel, do Big Ben e de outros ícones, Gabi faz uma crítica à transmissão de 
informação. Ela esclarece que a experiência confortável de reconhecer a foto entra em 
conflito com o incomodo das letras incompreensíveis. Essas letras não servem de 
legendas, não contextualizam, não explicam nada.
- O texto me interessa aqui como falta de comunicação – esclarece.”
(Alice Sant’Anna, Segundo Caderno, O Globo 16/11/2012)

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